sexta-feira, 27 de abril de 2012

Tema aos alunos

Caros alunos!
1º ano manhã e tarde & alunos do Travessão:
- Pesquisar no Blog da Congregação  sobre a programação da nossa Comunidade:
1. Resumir a mensagem da Páscoa.
2. Assembléia: Quais são os dois projetos da Congregação que foram aprovados na última assembléia?
3. Explique o que deve ser feito com 350 litros de óleo de soja.

sábado, 7 de abril de 2012

FELIZ PÁSCOA


 Aleluia! Cristo Ressuscitou!

Não é bom poder cantar Aleluias de novo após a leitura da Epístola? Não é bom cantar o cântico dos anjos do Natal sempre de novo? – “Glória a Deus nas alturas e paz na terra, boa vontade para com os homens”. Não é bom comemorar o sucesso do Filho na missão de Deus para o mundo? Esse é o verdadeiro significado da Páscoa. O Pai aceitou todo o trabalho que o Filho de Deus fez por você e por mim. - Sua vinda em pessoa, sua encarnação - seu colocar-se sob a lei e manter-se perfeito, sem pecado - sua obediência passiva à vontade do Pai quando permitiu que meros mortais o pregassem numa cruz - Sua morte vergonhosa na cruz. Bem, a ressurreição agora significa que o Pai aceitou tudo o que Jesus fez e credita isso à nossa conta. Jesus ganhou o perdão dos pecados não apenas para algumas pessoas, mas para todas as pessoas - não apenas para alguns pecados, mas para todos os pecados.

Páscoa significa que, quando Jesus deu seu último grito na cruz, "Está consumado", esse grito foi de vitória, pois ele havia concluída sua tarefa para sempre. Páscoa significa que Jesus é realmente o Filho de Deus e que cada palavra que ele disse é a verdade. A Páscoa é a promessa de Deus para nós que, ainda que morramos, o túmulo não pode deter-nos porque nós viveremos novamente, então, diante do trono de Deus.

Mui Abençoada e Feliz Páscoa no ressurreto!

terça-feira, 3 de abril de 2012

A SEMANA SANTA E O TRAIDOR


Esta semana para muitos pode parecer igual a todas as semanas. Quem sabe para alguns a Semana Santa nada mais representa do que uma oportunidade de feriadão e praias. Mas para a maioria dos cristãos esta semana se reveste de importância ímpar por nos proporcionar uma pausa para refletirmos sobre os acontecimentos que envolveram a morte e ressurreição de nosso amado Salvador Jesus Cristo. Dentre estes acontecimentos está a narrativa da traição. Por essa razão transcrevo uma reflexão do pastor Vili Redel em “Cinco Minutos com Jesus” do passado.
O mal e as coisas más facilmente encontram apoio, companhia e reforço. Maus líderes e falsos mestres conseguem aliados sem gastar muito. Chefes e mestres procuravam “um jeito” para matar Jesus. De preferência sem muito tumulto. Em segredo! Um traidor seria o máximo! E ele logo se apresentou. Diz o evangelista Lucas: “Então Satanás entrou em Judas chamado Iscariotes, que era um dos doze discípulos. Judas foi falar com os chefes dos sacerdotes e com os oficiais da guarda do Templo para combinar a maneira como ele ia lhes entregar Jesus. Eles ficaram muito contentes e prometeram dar dinheiro a ele. Judas aceitou” – Lucas 22.3-6.
Aquela “Semana Santa” e também a nossa agora, revelam esse submundo de lixo, corrupção e envolvimento diabólico, no qual os homens caem, vivem e se consomem. Uns fazem planos de morte e se alegram com a proposta da traição. Outros se degradam por qualquer troco e executam as ações mais infames e vergonhosas. Todos eles “aceitam” ser manipulados pela ação astuciosa do tentador, o pai da mentira, o príncipe das trevas.
Jesus estava sendo levado ao sacrifício, como uma ovelha muda ao matadouro. Mas os discípulos já tinham sido prevenidos. “Eu preciso sofrer muito e ser morto” dissera Jesus várias vezes. Nós também temos conhecimento e consciência dos males que assolam a humanidade e dos pecados que se aninham, individualmente, no coração das pessoas. E também ouvimos e sabemos o que Jesus disse a respeito de si mesmo para nós. “Quem crê no Filho tem a vida eterna; mas que desobedece ao Filho nunca terá a vida eterna, mas sofrerá para sempre o castigo de Deus” – João 3.35.
Portanto, em vez de trair possamos nós, nesta Semana Santa e sempre, permanecer com a vida: creiamos em Cristo, o Cordeiro de Deus, que nos purifica de todo o pecado.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

QUARESMA - PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO

"O período quaresmal é o tempo mais oportuno para o povo de Deus refletir sobre o significado da paixão, morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo". (Preciso Falar vol. 1).

Nos textos Bíblicos indicados para este período do Ano da Igreja destaca-se, especialmente, aspectos da ação de nosso Senhor em favor de todos os homens. Se no tempo da Epifania  lembramos o "O DEUS CONOSCO", agora na Quaresma é lembrado o "SERVO SOFREDOR", o Rei dos reis e o Senhor dos senhores.

Qual foi, na verdade a missão de Jesus aqui neste mundo? Fazer milagres, solucionar problemas imediatos de um povo carente e cheio de problemas existenciais? Embora que nosso Senhor não tenha se negado a ajudar pessoas em suas dificuldades físicas e emocionais, a vinda de Cristo, o Messias, foi para derrotar os maiores inimigos do homem, ou seja, o diabo, o mundo e a própria natureza corrupta do homem que se deixou corromper já lá no Jardim do Éden. Jesus veio para ser tentado, à nossa semelhança, veio para ser rejeitado por todos e crucificado através de mãos sujas daqueles que não o aceitaram como Filho de Deus e Salvador do mundo. E é isso que as leituras bíblicas enfatizam neste período.

Portanto, ao refletir, sobre a luta que Jesus teve que enfrentar em nosso favor e por nós, queremos meditar sobre todas as tentações e todas as batalhas que enfrentamos no dia a dia  contra o pecado. E, sobretudo queremos ser mantidos firmes na fé e confiantes de que,  pela obra de Cristo, fomos reconciliados com Deus.

Guardar, pois, o tempo da Quaresma, com devoção e admiração, significa viver por causa de Cristo e em Cristo, o que nos traz consequencias para nossa vida e para as pessoas ao nosso redor. Por isso vivamos, não para nós mesmos mas, verdadeiramente arrependidos, vivamos para aquele que por nós morreu e ressuscitou. Por isso aceitemos a recomendação de nosso Salvador que diz: "Quem quiser salvar a sua vida, tome a sua cruz e siga-me".  Amém.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

POR QUE CINZAS ?



No contexto litúrgico deste dia, lembra-se o rito de colocar cinzas sobre as cabeças. Este rito tem origem bíblica e foi mantido pela igreja e tradição cristã por causa do seu conteúdo amplo, rico e educativo que aponta para nossa condição de pessoas pecadoras diante de Deus. Somos criaturas mortais e nos conscientizamos de nossa fragilidade a fim de avaliarmos os rumos que envolvem nossas vidas: “do pó ao pó” (Gn 3.19). Além disso, somos chamados a crer no Evangelho de Jesus e em sua proposta de Reino, mudando nossa maneira de ver, pensar, agir.  

A Quarta-Feira de Cinzas quer nos lembrar que a toda a vida do cristão é de humildade, dependência e arrependimento. Uma boa maneira de se referir a esse dia está no ensino luterano ao afirmar que “somos submissos e pertencemos a Cristo em virtude de nos ter comprado com seu sangue. Assim, devemos afogar diariamente o velho homem e a natureza pecaminosa em nós, por contrição e arrependimento diários”.

Por que cinzas? É para lembrar que, de fato, somos pó. Mas não reduzidos ao pó! A fé em Jesus ressuscitado faz com que a vida renasça das cinzas. Quando o ser humano reconhece sua condição de criatura realmente necessitada da ação de Deus, em Cristo e no Espírito Santo, então Jesus Cristo faz brotar a vida de nossa condição mortal.

O Salmo (51.1-13) é uma suplica profunda de um ser humano que reconhece e sente pesar por seus pecados e que tem plena consciência dos seus pecados. Joel (2.12-19) usa a trágica da praga dos gafanhotos para pregar o convite de Deus ao arrependimento e perdão. Esse é o dia do Senhor. Na Epistola (2 Co 5.20b-6.10), diante dos conflitos internos e das dificuldades de relacionamento com o apóstolo Paulo, a igreja de Corinto é chamada a ser sinal vivo da reconciliação entre Deus e o povo. Cristo faz-se pecado, um excluído por nós e nos reconcilia com Deus. E o Evangelho (Mt 6.1-6; 16-21) recomenda de não agirmos com a finalidade de sermos aplaudidos ou de queremos aparecer com nossas boas ações e orações. (Lista Pastores da IELB - Aragão/2007).

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CONGRESSO DE SERVAS




26º CONGRESSO DA LSLB
CULTO DE ENCERRAMENTO

O culto de encerramento do 26º Congresso Nacional da LSLB iniciou às 10h, do domingo, 22/01. Os liturgistas foram: o pastor da CEL Cristo, Bento Gonçalves, Rev. Sérgio Lauri Patzer, o Conselheiro das Servas Distrito Videiras, Rev. Arno Goerl, o Conselheiro do Distrito Videiras, Rev. Alessandro Gustavo Souto, o Conselheiro das Servas Região Sul, Rev. Luís Alberto Weirich, o Conselheiro Nacional da Liga de Servas Luteranas do Brasil, Rev. Guilherme Rodolfo Hasse Becker. Os demais pastores presentes ao culto auxiliaram na Santa Ceia. A Banda “C” e Coral “Cruz”, da CEL Petrópolis, de Porto Alegre, foram responsáveis pela música.
 
A mensagem foi dirigida pelo presidente da IELB, Rev. Egon Kopereck, que ao destacar o lema do congresso enfatizou a importância de sermos bons ramos e darmos bons frutos para o Reino de Deus. Kopereck destacou ainda que tudo começa na família, na educação cristã das crianças e em nossas atitudes diárias. “Para um ramo da videira verdadeira que é Cristo dar bons frutos não basta ser apenas membro da igreja. É preciso praticar a Palavra de Deus”, afirmou. O pastor presidente lembrou ainda que o 26º Congresso Nacional da LSLB foi um evento muito especial e desejou que tudo o que foi ouvido e vivido pelas congressistas possa servir para que vivamos todos mais unidos a Cristo, amando o próximo.
 
O presidente da IELB instalou a nova Diretoria Nacional da LSLB, bem como as Presidentes Regionais eleitas nesse congresso e o Pastor Conselheiro, Volmar Herbertz. As servas que se despediram de seus cargos também receberam um agradecimento especial. Após a instalação a presidente da LSLB, Juliana R. B. Lindenmeyer, agradeceu a todos e comandou a saída dos estandartes ao som do Hino das Servas.

- Lema: EU SOU A VIDEIRA, VÓS OS RAMOS" - João 15.5.

Mais de 1.400 servas participaram do congresso. Aqui de Dois Irmãos: Marlene Model - Leoni Schacht - Rozeli Zimmermann - Wanda Flor e Hildegard Krieger - o leigo Egídio Schacht. O Rev. Oscar participou no Sábado e Domingo
Quinta-feira pela manhã
Quinta, pela manhã, o  Prof. Dr. Vilson Scholz do Seminário Concórdia palestrou sobre o lema do Congresso. Resumo da Palestra no final da presente página. 


Quinta-feira à tarde
A Diretoria Nacional da Liga e as congresistas receberam várias saudações de lideranças que destacaram a relevância do trabalho das servas em todo o Brasil. O presidente do Conselho Diretor da IELB, Rev. Mario Rost lembrou a participação da presidente da LSLB no trabalho do Departamento de Expansão Missionária. O presidente ds JELB, Josué Alexander Sander, reiterou agradecimentos e o pedido de apoio aos jovens de todas as congregações. Também lembrou da realização do Congressão da JELB, em janeiro de 2013. Ainda se manifestaram o presidente da AESI, pastor Nelson Kissler e o Coordenador Nacional do PEM, pastor Adilson Derly Schunke que enfatizou a importância dos grupos de estudo. (Relatório e fotos enviados pela IELB).

PALESTRA
Prof. Dr. Vilson Scholz

Tema: EU SOU A VIDEIRA VÓS OS RAMOS

O primeiro palestrante do 26º Congresso Nacional da LSLB foi o professor do Seminário Concórdia de São Leopoldo, Dr. Vilson Scholz. O tema foi baseado no texto de Jo 15.5: “Eu sou a videira, vós os ramos”. Ele iniciou lendo o texto base. Logo após o professor iniciou sua reflexão pedindo a todos que se imaginassem entrando num parreiral ou numa vinha, aqui em Bento ou em outro lugar qualquer, e lá ouvissem uma voz que diz: “Eu sou a videira, e vocês são os ramos”. Todas ficaríam surpresas. “Ué, um pé de uva que fala!”. Claro, pés de uva não falam. São pessoas que falam. E o que essa pessoa diz não pode ser toma-do ao pé da letra, embora seja muito verdadeiro e tenha muito a ensinar. Vilson Scholz lembrou isso trata-se de uma figura, uma metáfora. “Não se trata de uma aula de botânica, mas de uma lição teológica ou espiritual. Logo de saída as palavras nos marcam. Não se diz, “eu sou uma videira”, mas “eu sou a videira”. Também não se diz, “você é meu ramo”, mas “vocês são os ramos”. Isto mostra que não estamos sozinhos nesse passeio ou nessa caminhada. Quem fala isso é Jesus. Ele se apresenta como “eu”. Mas quem é ele? Na verdade, o nome “Jesus” não aparece nas proximidades desse “Eu sou a videira”. A gente sabe que Jesus está falando, porque ele começa a falar lá no capítulo 13 do Evangelho de João. E ele menciona o Pai, que é o “agricultor”, aquele que trata da vinha. Logo, quem fala é o Filho. E isto poderia nos levar a um exame do tudo que se diz do Filho, em João, e de tudo mais que esse Filho diz de si, neste Evangelho. O Filho é, a partir de João 1.14, o nome dado ao Verbo (a Palavra) que se fez gente e morou entre nós. Aliás, é só quando lembramos isso (ou seja, quem ele é) que conseguimos entender o que Jesus diz e faz”, destacou.

O professor Vilson lembrou que Jesus não diz, simplesmente, “eu”; ele diz “eu sou”. Em si, isso não é uma forma indireta de dizer “eu sou aquele que sempre existiu, ou seja, sou Deus”, pois a frase só termina quando Jesus diz: “eu sou a videira”. Mas não deixa de ser um fato que este é o sétimo e último dos famosos “eu sou” de Jesus, em João. A lista completa é esta: Jesus é (I) “o pão da vida” (João 6.35,51); (II) “a luz do mundo” (João 8.12); (III) “a porta” (João 10.7,9); (IV) “o bom pastor” (João 10.11,14); (V) “a ressurreição e a vida” (João 11.25); (VI) “o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6); (VII) “a videira verdadeira” (João 15.1,5). Jesus diz que ele é a videira. Não uma videira, mas a vi-deira. Ele também não se compara com uma videira, dizendo, quem sabe, um simples “eu sou como uma videira”. Não, ele é a videira. Logo, existe isso que se chama de “a videira”. Na verdade, Jesus diz, no início de João 15, que ele é “a videira verdadeira”. Será que isso significa que existe uma videira falsa? Parece que sim. Poderia também ser uma videira que não deu conta do recado. O que parece certo é que, a partir daquele momento, quem quisesse falar nessa “videira” precisaria apontar para o lugar certo: a videira agora é Jesus! 

“Essa linguagem da videira nos soa estranha. Uma videira é um pé de uvas. Bem que eu gostaria de ter um pé de uvas em casa, mas o espaço é pouco. Falar de videira aqui em Bento, onde estamos cercados de vinhedos (e estamos no Distrito Videiras), é algo bem mais natural. E não menos natural era falar disso no mundo bíblico. A primeira “vinha” (no sentido de “vinhedo”) da Bíblia aparece logo depois do dilúvio. Depois de construir a arca, na qual sobreviveu com mais sete pessoas da família, Noé passou a ser agricultor. Segundo a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, “ele foi a primeira pessoa que fez uma plantação de uvas” (Gênesis 9.1). E parece que a primeira plantação foi, também, um vinhedo. O novo mundo, depois do dilúvio, começa com uma roça ou um pomar? Não, começa com um vinhedo. E não deu outra: o “vovô” Noé bebeu um copo a mais e ficou de porre. O resultado se encontra no relato de Gênesis 9. O viticultor, Deus, tinha as maiores expectativas em relação a ela, mas a vinha produziu uvas azedas. Os textos estão em Isaías 32 5.1-7, Salmo 80.8-16, Jeremias 2.21, Ezequiel 15.1-8 e Ezequiel 19.10-14. No Novo Testamento, quando Jesus conta histórias (ou parábolas) que envolvem uma vinha, as pessoas sabiam logo a que isso se referia”, destacou o palestrante.

Vilson Scholz enfatiza que quando Jesus diz que é a “videira verdadeira”, ele está, no fundo, dizendo: Eu sou o verdadeiro Israel. “Mas como ele pode ser Israel, se Israel é um povo? Ele é Israel reduzido a uma pessoa. Ele cumpre o papel que se esperava que Israel cumpris-se: ser luz e salvação do mundo. (Ele foi, entre outros aspectos, o último sacrifício que Israel [e Israel pelo mundo] ofereceu.) É claro que Jesus nunca está sem a sua igreja. Neste ponto entram os ramos. Aqui nós começamos a fazer parte da história e aí a coisa fica interessante. Para começo de conversa, existem ramos, no plural. Vocês são os ramos. A videira é uma só. Existe apenas a videira. Mas os ramos são muitos. Jesus não dá o número. Cada ramo é individual, e cada ramo produz (ou não) uvas. Não tem como dois ramos ao mesmo tempo produzir um cacho de uvas, ou, então, um ramo produzir um cacho de uvas em lugar do outro. Mas, em tempos de tanto individualismo, é bom saber que Jesus fala de ramos (no plural). É claro que isto tem a sua importância quando pensamos no nosso departamento ou nossa congregação como parte de um distrito, de uma LSLB, da IELB e da igreja como um todo”.


O palestrante também lembrou que Jesus fala da possibilidade de sermos cortados da videira. “Isso, sim. Quem corta é o Pai. O que dá para fazer com um sarmento de videira separado da videira? Nada. A Bíblia fala disso em Ezequi-el 15 (vs. 2-5). Deus pergunta ao profeta Ezequiel: “O que vale uma parreira em comparação com as árvores da floresta? Você pode usá-la para fazer dela algum objeto? Será que a sua madei-ra serve para fazer um cabide para pendurar coisas? Não. Só presta para fazer fogo. E, quando as pontas viraram cinzas, e o meio está queimado, será que ela serve para alguma coisa? Não! Antes de ser queimada, essa madeira não prestava para nada. Agora que o fogo a queimou completamente, é mais inútil ainda”. Não temos chance nenhuma se quisermos tentar uma carreira solo. Desconectados dele, da videira, não produzimos nada. Cortados dele, não temos nenhuma serventia”, explicou o professor. Lembrou ainda que Jesus diz que o ramo que permanece nele, na videira, produz muito fruto. “Não apenas fruto, mas muito fruto. Uma videira produz uvas. Agora, o que produz um ramo da Videira verdadeira? Jesus não explica. Mas dá uma pista, quando, mais adiante no texto, faz menção do amor e dos mandamentos. E tem, é claro, ramo que permanece na videira, mas que não produz fruto. O viticultor se contenta com ramo que dá sombra? Não. (A rigor, ele, o Pai, que está acima, não precisaria dessa sombra, que fica abaixo ...) Ramo conectado, mas sem produtividade, é peso morto; acaba cortado. Este é um quadro sombrio, um cenário assustador. Mas é bem possível. Judas Iscariotes que o diga”, alertou o palestrante.

Concluindo o profesor destacou: “Eu sou a videira, e vocês são os ramos”. Estas palavras de Jesus são tão verdadeiras e tão importantes hoje quanto elas sempre foram. Elas foram ditas num momento bem específico. Trata-se do contexto em que, num longo discurso (que inclui João 15), Jesus se despede de sua igreja (representada pelos apóstolos, na última ceia). Mais do que despedida, as palavras de Jesus são o seu testamento, o legado que ele deixou para a sua igreja. Entre outras coisas, ele nos deixou uma bela descrição da igreja: Eu sou a videira, e vocês são os ramos. Ele disse quem ele é. E nos disse, também, quem nós somos. Não por nós mesmos, mas sempre nele”. (Relatório e fotos enviados pela IELB).

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

UMA MESA PARA TRÊS


O livro "UMA MESA PARA TRÊS" de Wanda E. M. Flor, esposa do Prof. Paulo, é um livro de “memórias avulsas”, que trás lembranças da infância, adolescencia, juventude e vida frau pastor da autora. Uma leitura muito gostosa, simples mas vibrante. Realmente vale a pena adquirir e ler.
Pr. Oscar M. Z.
"Hoje sentimos muito a falta dos filhos, mas sonhei por muitos anos ficar velhinha juntinho com Paulo e estou vendo meu sonho realizar-se. Somos um casal feliz.
Enfim, vamos em frente. Tudo tem suas belezas, e eu sou grata a Deus por ter uma mesa para dois, Paulo e eu. Não, mais ainda, uma mesa para três, porque o lugar de Jesus sempre esteve e estará reservado para ele" - Wanda.